Sua descoberta ainda não tinha um nome. Mary a considerava como o restabelecimento da prática do cristianismo primitivo com os “sinais que se seguem”. No início, chamou seu sistema de “Ciência Moral”, enfatizando a natureza mental desse sistema. Depois, denominou a religião “Ciência Cristã” para enfatizar seu caráter cristão. Como escreveu mais tarde:
“Chamei-a Cristã porque é compassiva, benéfica e espiritual. A Deus denominei Mente imortal. Aos sentidos físicos, ou natureza sensória, chamei de erro e sombra. A Alma denominei substância, porque só a Alma é verdadeiramente substancial. A Deus caracterizei como entidade individual, porém neguei Sua corporalidade. O real afirmei que é eterno; e seu antípoda, ou seja, o temporal, descrevi como irreal. Ao Espírito chamei de realidade, e à matéria de irrealidade.”
Retrospecção e Introspecção, p. 25:11-20
Mary insistia em que as curas vivenciadas por um número crescente de pacientes serviam apenas como um vestíbulo para a regeneração moral e o crescimento espiritual. Ela escreveria:
“A cura da doença física é a menor parte da Ciência Cristã. É apenas o chamado inicial ao pensamento e à ação, dentro do alcance mais elevado do bem infinito. O objetivo predominante da Ciência Cristã é a cura do pecado; e essa tarefa pode ser, às vezes, mais difícil do que a cura da doença; porque muito embora os mortais gostem de pecar, não lhes agrada estar doentes”.
Rudimentos da Ciência Divina, pp. 2-3: 27-2
(NOTA: Para uma compreensão mais ampla da religião da Ciência Cristã consulte o livro-texto: Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras e outros escritos de Mary Baker Eddy, como também as revistas e livros publicados pela Sociedade Editora da Ciência Cristã, disponíveis nas Salas de Leitura mantidas pelas igrejas da Ciência Cristã.)